Construtech: como a Transformação Digital impacta sua construtora?

Se compararmos com outros nichos de mercado, a Transformação Digital na Construção Civil no Brasil segue caminho a passos de tartaruga.

O principal motivo é a enorme burocracia, mercado em baixa, gastos altos, falta de investimento e questões políticas.  No entanto, no começo de 2019, o setor de Construtechs quebrou recorde em investimentos (1,05 bilhão de dólares).  Drones, Impressoras 3D, Big Data, Realidade Aumentada… Tudo isso já pode ser usado pelas principais empresas e construtoras e fazer o mercado se recuperar com rapidez. Essa foi exatamente uma das temáticas exploradas no Construtech Conference 2019, que foi realizado, dia 29 de março, em São Paulo, no Expo Center Norte. O evento foi promovido pela Startse.

O CEO, Glauco Farnezi, e o Gestor de Marketing, Aristeu Livingstone, ambos do App Facilita, marcaram presença no evento e contam, no artigo de hoje, quais foram as suas percepções. Não perca!

A importância do Construtech Conference 2019

O CEO do Facilita, Glauco Farnezi, disse que Construtech Conference 2019 é hoje um dos principais eventos de inovação do mercado imobiliário. “Foi muito interessante e enriquecedor ter trocado tantas ideias com várias personalidades do mercado imobiliário.

Glauco ressaltou que o evento teve um grande volume de participações, com esgotamento de ingressos, ou seja, foram mais de 1600 pessoas presentes pagando o valor de um ingresso relativamente alto (R$ 900 reais aproximadamente).

“Então, pelo alto volume de número de participações e engajamento dos sócios das construtoras e loteadoras ou diretores comerciais que marcaram presença no Construtech Conference 2019, a primeira percepção é que o setor está ávido por inovação. Os empresários estão buscando conhecimento, buscando tecnologias para poder inovar no segmento”, destaca Farnezi.

O Gestor de Marketing do App Facilita, Aristeu Livingstone, complementou dizendo que esse cenário se encaixa muito bem com a pesquisa do Bruno Loreto, da Construtech Ventures,  1ª Venture Builder do Brasil focada na cadeia de construção e um dos palestrantes.

“No estudo, Loreto fala exatamente que, o mercado imobiliário está atrasado em Transformação Digital, ou seja, realmente o mercado está muito atrás. Porém, os empresários estão focados em embarcar na Transformação Digital, como mencionamos no início deste artigo”, completa o CEO do App Facilita.

Ciclo de palestras enriquecedor

Sobre os ciclo de palestras do Construtech Conference 2019, Aristeu comentou que os palestrantes trouxeram muitas novidades dentro do contexto tecnológico, como chatbots, Inteligência Artificial (IA), blockchain. “Foram trazidas realmente grandes possibilidades, mas elas não terão sentido se não forem colocadas em prática”, comentou.

Glauco Farnezi reiterou explicando que existe um mundo encantado de inovação, mundo encantado de todo um processo de automatização: chatbot, IA, blockchain, drones, realidade virtual. “É uma preocupação que temos que ter, um mercado como um todo – é não ficar somente nessa realidade paralela e sem conseguir aplicar esta tecnologia”, ressaltou.

O CEO do App Facilita aconselha a utilização do conceito de Minimum Viable Product ou Mínimo Produto Viável (MVP). “Por exemplo, se você encontrar uma tecnologia bacana e que a inovação seja aplicável, inicia-se, de forma simplificada, um processo de MVP. O ideal é dar início em projeto 1.0: executar aquele projeto, ver quais melhorias podem ser aplicadas e vai rodando aquele ciclo do PDCA – executar, identificar pontos de melhoria e melhorar. Isto otimiza automaticamente o nível de inovação e complexidade”, explicou.

Glauco conta que o recomendado é iniciar simples para depois chegar em um mundo de consumo de todos, onde todo o processo é automatizado, mais fluído e simples.

O papel da simplicidade na gestão de vendas do mercado imobiliário

Aristeu destacou que tarefas de gestão de vendas que podem parecer, muitas vezes, fluídas e simples para qualquer construtora, incorporadora e loteadora, como:  gerar leads, realizar um atendimento, fazer uma reserva, mandar uma proposta ou mesmo fechar uma venda.

“No entanto, nem mesmo atividades básicas estão sendo praticadas da melhor forma pelas empresas do mercado imobiliário”, disse o Gestor de Marketing.

O CEO do App Facilita ainda completa: “As empresas, atualmente, trabalham com vários sistemas. Por exemplo: para gestão financeira, gestão do canteiro de obras, gestão de venda, sistema de automação de marketing. Enfim, são vários sistemas diferentes e, em muitos casos, compartilhando os mesmos dados em momentos diferentes dessa jornada”, relatou.

Segundo Glauco Farnezi, aí entra a importância de um ecossistema de inovação, que possibilita visualizar de ponta a ponta todo o processo de vendas. “Como, por exemplo: identificar um lead que entrou no funil de vendas, qual profissional da empresa o atendeu primeiro, quando foi solicitado uma reserva pelo lead e um contrato foi enviado e quando a venda foi fechada e por quem. Ou seja, é possível rastrear o processo – desde o marketing até a venda e contrato assinado”.

O Gestor de Marketing, Aristeu Livingstone conta que, além da rastreabilidade, as empresas do mercado imobiliário também precisam contar com sistemas integrados com uma visão panorâmica dos processos.

Tecnologia, pessoas e otimização de processos no mercado imobiliário

Hoje, o mercado enfrenta o grande desafio de produzir cada vez mais sem aumentar seus gastos. E as construtoras sem sombras de dúvidas não ficam de fora desse cenário. Mas aí surge a dúvida: mas como? A resposta é simples: é preciso priorizar o tripé: otimização de processos, treinamento de pessoas e uso das melhores soluções tecnológicas!

Com o avanço cada vez maior da Transformação Digital no mercado imobiliário, as empresas estão preocupadas com o uso de tecnologia, mas o fato é que se essa adoção não for realizada de forma planejada e sem os processos adequados o objetivo final tem grandes chances de não ser alcançado.

“Ou seja, se o processo for confuso, com a implementação da tecnologia, isso ficará ainda mais evidente. Entretanto, se o processo é claro e bem definido, a tecnologia ajudará a construtora a ganhar, sobretudo em escalabilidade”, explica Aristeu.

De acordo com Glauco Farnezi, não adianta ter uma grande tecnologia para um processo que não está bem claro e definido e nem pessoas que não são treinadas para este processo.

“Com o inverso também. Não faz sentido ter pessoas bem treinadas, um processo muito claro e definido, se a tecnologia não vai potencializar o tripé. Este tripé é essencial em todos os sentidos. Em todas as fases de inovação. Seja no canteiro de obras ou na parte de vendas. Tem sempre que pensar não só a tecnologia isolada, mas como que os processos vão ser executados e as pessoas que vão executar. Quando elas conseguem executar bem este tripé, automaticamente, todo fica fluído e a barreira da inovação consegue ser rompida”, finaliza Farnezi.

O vídeo sobre a participação do CEO e do Gestor de Marketing do App Facilita no Construtech Conference 2019 pode ser acessado na íntegra abaixo:

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